Trilha Sonora: Led Zeppelin.
Que falta faz!
Ser cortês,
Que falta faz.
Puxar a cadeira
Para alguém sentar-se
Que falta faz!
Acender o cigarro de alguém
Que falta faz!
Que falta faz
A poesia!
Ser sensível,
Que falta faz!
(Por Eva Fürész)
De quem é a culpa?
- Fabio Castro (39)
- Marcos Salvatore (167)
- Marlon Vilhena (63)
- Renato Gimenes (74)
- VERSÕES CONJUNTAS (19)
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
Resposta à esquecida arte de olhar as estrelas.
Trilha Sonora: Kashmir - Led Zeppelin.
A saudade,
Palavra bela!
Somente em Língua Portuguesa
Existes.
Lua,
Rua,
Brincadeiras,
Bate-papo na calçada.
saudade!
De um tempo feliz,
Conversar,
Criança,
Radinho de pilha.
Quanta Saudade!
( Por Eva Fürész)
A saudade,
Palavra bela!
Somente em Língua Portuguesa
Existes.
Lua,
Rua,
Brincadeiras,
Bate-papo na calçada.
saudade!
De um tempo feliz,
Conversar,
Criança,
Radinho de pilha.
Quanta Saudade!
( Por Eva Fürész)
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Fragmentos Etílicos II: O Morcego
Trilha Sonora: Dark Side Of The Moon (Pink Floyd)
Nascem flores na banheira
No fim das contas, só produzo reticências...
No topo daquilo que o corpo sente tem o resto que só o trem que sai da estação não percebe.
São quatro cavaleiros e uma dama, estranho
E este morcego aí, o que está fazendo?...
Onde está o Salvatore?
A vida não se resume a pétalas
não se resume a pétalas
se resume
Mas conviver com aquele jogo de aparências:
parecer beija-flor, mas ser morcego!
E nisso tudo, eu vejo um morcego achando que é um beija-flor.
Prisma.
(Poesia coletiva - Na ordem: Marlon Vilhena - Renato Gimenes - Fabio Castro - Eva Fürész)
Nascem flores na banheira
No fim das contas, só produzo reticências...
No topo daquilo que o corpo sente tem o resto que só o trem que sai da estação não percebe.
São quatro cavaleiros e uma dama, estranho
E este morcego aí, o que está fazendo?...
Onde está o Salvatore?
A vida não se resume a pétalas
não se resume a pétalas
se resume
Mas conviver com aquele jogo de aparências:
parecer beija-flor, mas ser morcego!
E nisso tudo, eu vejo um morcego achando que é um beija-flor.
Prisma.
(Poesia coletiva - Na ordem: Marlon Vilhena - Renato Gimenes - Fabio Castro - Eva Fürész)
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